Um pixel
domingo, 22 de agosto de 2010
YAHOO!
A Yahoo! Inc. é uma empresa estadunidense de serviços de Internet com a missão de ser "o serviço de Internet global mais essencial para consumidores e negócios". Opera um portal de Internet, um diretório web, e outros serviços, incluindo o popular Yahoo! Mail. Foi fundado por David Filo e Jerry Yang, formandos da Universidade de Stanford em janeiro de 1994 e incorporado no dia 2 de março de 1995. A sede da empresa é em Sunnyvale, Califórnia.
A designação "Yahoo" foi criada em 1994, por Filo e Yang, inspirados no povo Yahoo, rude e imperfeito, inventado por Jonathan Swift na obra As viagens de Gulliver. Yahoo é também um retro-acrônimo da expressão inglesa "Yet Another Hierarchical Officious Oracle"
De acordo com a Alexa Internet, uma empresa de tendências da web, a Yahoo! é a segunda página mais visitada da Internet depois do Google. A rede global de páginas do Yahoo! receberam 3 bilhões de page views por dia em outubro de 2004.
Enquanto a popularidade do Yahoo! crescia, novos serviços iam surgindo, tornando o Yahoo! uma parada obrigatória para todas novas tendências da Internet. Estes incluem: o Yahoo! Messenger, um mensageiro instantâneo, o Yahoo! Groups, serviço muito popular de criação de mailing lists por assunto de interesse, bate-papo e jogos online, vários portais de notícias e informação, compras online e leilões. Muitos destes são baseados em serviços independentes, dos quais o Yahoo! comprou, como o EGroups, o popular GeoCities, para hospedagem de sites da web, e o Rocketmail. Muitas destas ações desagradaram a alguns usuários que já usavam estes serviços antes de serem comprados pela Yahoo!, já que a empresa costumava sempre alterar os termos de serviço.
Em 1 de fevereiro de 2008, a Microsoft desejou comprar a Yahoo! por 44,6 bilhões de dolares, porém a Yahoo! rejeitou oficialmente a oferta dizendo que a oferta subestima o valor da empresa no mercado.
Agora, a Microsoft vai tentar convencer o conselho da Yahoo! a substituir os cargos da diretoria para pessoas que aprovem a venda.
Mais em : br.yahoo.com/
Nosso WWW de cada dia
Para quem conhece a Internet há menos de cinco anos, sua história poderá parecer surpreendente. Em nenhum momento dos seus primeiros anos concebeu-se o que vem acontecendo hoje. Os motivos do seu surgimento também estavam bem longe da vocação comercial que a Rede assumiu ao longo dos últimos anos. Para compreender todas essas mudanças, é preciso voltar um pouco no tempo. No final da década de cinqüenta, no auge da Guerra Fria, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos concebeu a ARPA - Advanced Research Projects Agency. Sua função era liderar as pesquisas de ciência e tecnologia aplicáveis às forças armadas. Um dos objetivos foi o de se ter a possibilidade de desenvolver projetos em conjunto, sem o inconveniente da distância física, nem o risco de se perder dados e informações de uma base destruída em caso de combate.
Assim, em 1969, foi criada a ARPANET - ARPAnetwork e em outubro do mesmo ano foi enviada a primeira mensagem remotamente, inaugurando na prática suas atividades. Durante os anos seguintes, a ARPANET foi sendo ampliada com novos pontos em todo os Estados Unidos, passando a incluir também universidades. Em 1971, surgiu o modelo experimental do e-mail (o seu primeiro software veio em 1972), ampliando a utilidade da Rede. Já em 1973, foram criadas as primeiras conexões internacionais, interligando computadores na Inglaterra e na Noruega.
O resto da década de 70 foi marcado pelo crescimento da Rede, por onde circularam mensagens enviadas até mesmo pela Rainha da Inglaterra, Elizabeth II. Também surgiram outras redes paralelas que posteriormente viriam a se unir à ARPANET. Essa união não significava em todos os casos o desaparecimento de alguma dessas redes, pois uma das premissas da ARPANET era de que ela fosse capaz de comunicar se com qualquer computador e/ou rede que houvesse. Essa premissa se mantém até hoje.
Em 1982, foi implementado o TCP/IP, protocolo padrão da Rede. No ano seguinte, toda a parte militar (que recebeu o nome de MILNET) foi separada da ARPANET. Em 1985, surgiram os primeiros domínios (.edu, .org e .gov), logo após à criação deste conceito. Também nessa época, começou a ser usado o nome INTERNET para se referir ao conjunto de redes liderado pela ARPANET. Depois da cisão com a parte militar e o uso já comum do termo INTERNET, a ARPANET se esvaziou e deixou de existir oficialmente em 1990.
Como o pressuposto da Internet é que ela seja aberta a qualquer computador ou rede que deseje se conectar, é preciso haver uma forma de tornar possível essa comunicação, pois sistemas diferentes usam computadores e linguagens diferentes. A maneira de conseguir isso foi através da criação de um protocolo de comunicação padrão, o TCP/IP. Um protocolo é uma forma de comunicação entre computadores. Usando o mesmo protocolo, sistemas diferentes conseguem estabelecer entre si a comunicação desejada.
Em 1991, surgiu a WWW, liderando uma grande mudança nos hábitos e no perfil dos usuários da INTERNET. Um grupo de cientistas do CERN - Laboratoire Européen pour la Physique des Particules <http://www.cern.ch/> decidiu tornar seu tempo de uso da Rede mais rápido, fácil e produtivo. Para isso, desenvolveram e acabaram por criar, em 1991, o serviço WWW. Na época era muito complicado e trabalhoso navegar na Internet. Somente programadores e operadores tinham capacidade para usar a Rede e mesmo para eles isso era trabalhoso e despendia tempo. Com a WWW, a tarefa de navegar tornou-se extremamente simples. Endereçamentos amigáveis e visualização clara e rápida possibilitaram ao leigo um acesso antes restrito a especialistas.
Para navegar nesse novo sistema, foi criado um novo tipo de software, conhecido como browser ou navegador.
O primeiro a ter grande impacto foi o Mosaic, liderado por M. Andreeseen, que mais tarde fundaria a Netscape Communications Corporation. O Mosaic se espalhou por milhares de usuários, tornando a WWW conhecida rapidamente, o que levou à multipligação da quantidade de home-pages disponíveis. Com essa multiplicação, mais usuários aderiram, criando um ciclo de crescimento da ordem de 300% ao ano, nos cinco primeiros anos de sua existência.
Com essa explosão e a facilidade de uso, começaram a surgir os usuários de fora das universidades: empresas e pessoas físicas. É quase incontável a quantidade de novos negócios que surgiram e continuam a surgir com os nichos criados pela explosão da WWW. O melhor campo para se observar é o de software. Empresas surgiram da Rede e para a Rede, como a Netscape <home.netscape.com>. Seu primeiro produto foi o browser Netscape Navigator, o qual, com o tempo, superou o antigo Mosaic, e mantém uma posição de destaque num mercado com vários concorrentes.
A estrutura de acesso antes da WWW foi originalmente projetada para membros de centros de pesquisa e universidades. A maior parte das conexões era feita dos próprios centros e laboratórios das universidades, e as que eram feitas de outros locais (casas, escritórios etc.) usavam linhas telefônicas e eram perfeitamente suportadas pela estrutura existente. Porém, com milhares de novos usuários, uma nova estrutura precisou ser montada para complementar a existente. É onde entram os provedores de acesso. Essas empresas têm uma conexão permanente (geralmente de grande capacidade) e modems ligados a linhas telefônicas, disponíveis em grande número para prover acesso aos seus usuários.
Além do surgimento de empresas como a Netscape, as tradicionais empresas de informática voltaram seus olhos para esse novo mercado. Algumas mais rapidamente, como a Sun Microsystems, Inc. <http://www.sun.com/>, cheia de inovações para a Web, como a linguagem JAVA, ou a Cisco Systems, Inc. <http://www.cisco.com/>, produzindo um dos principais equipamentos utilizados na Internet, os roteadores, que muito ajudaram a rápida expansão da Rede.
Outras empresas foram mais lentas, como a gigante Microsoft Corporation <http://www.microsoft.com/>. Bill Gates, seu fundador e ex-presidente, chegou a chamar a Internet de "uma bagunça sem real potencial de negócios".
O fato é que a Internet chegou a ser um fenômeno de massa, com bilhões de usuários espalhados pelo mundo, movimentando outros bilhões de dólares em comércio eletrônico. Há vários fatores que colaboraram com isso, um deles é o fato de a tecnologia Internet ser barata (até por ter sido desenvolvida em grande parte em Universidades e outros centros de pesquisa) e aberta, tendo sido rapidamente incluída em todos os sistemas operacionais. Aplicações que antes eram onerosas (exigindo soluções proprietárias e desenvolvimento específico), com a tecnologia Internet se tornaram bem mais baratas, inclusive pelo maior número de usuários para ratear os custos.
No final do século, a Internet mantém taxas de crescimento altíssimas e novos negócios surgem a cada momento. O que é novidade hoje, amanhã poderá ser apenas uma lembrança ou tornar-se uma idéia bem sucedida e adaptada à rotina da Rede. É muito difícil se prever exatamente como será o futuro da Internet, mas uma coisa é certa: a Rede terá um impacto cada vez maior na sociedade, em todo o mundo.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Gabriel Naressi, o famoso blogueiro de 12 anos
Qual é a idade ideal para uma pessoa começar a blogar? Não existe um padrão. Quem prova isso é Gabriel Naressi, um garoto de 12 anos, estudante do 8o. ano do ensino fundamental. Nascido em São José dos Campos, interior de São Paulo, Naressi leva uma vida normal. Estuda pela manhã, se diverte como qualquer garoto na sua faixa etária, faz as tarefas da escola e reserva um tempo para blogar. Não costuma assinar feeds. Entra nos blogs que mais gosta e começa a pesquisar tudo o que aparece de interessante. Como resultado de toda essa dedicação, ele ganhou a notoriedade dos marmanjos da blogosfera e o respeito de quem leva isso muito a sério. Posts? No mínimo um por dia.
Ele tem olhar atento, analisa os detalhes das perguntas e se esmera na qualidade das respostas: curtas e objetivas. Ajuda o fato de ele ser estudioso, se interessar por leitura e, coisa rara da idade, gostar de estar atualizado com as notícias. Conheça um pouco mais de sua vida na entrevista realizada pelo Social Media Club, durante a Campus Party 2009.
Um Pixel - Quando você começou a blogar e por que?
GN – Comecei a blogar em maio de 2008, usando WordPress. Eu entrava na internet e lia muitos blogs porque eu achava interessante. Usava um computador da família. Antes jogava videogame, andava de bicicleta e jogava futebol, mas eu sentia que faltava alguma coisa que eu gostava. E aí eu descobri que eu gostava mesmo de blogar. Foi assim que eu criei o blog mundotosco.
Um Pixel - Me fale sobre suas influências na web.
GN- Lia blogs de entretenimento, notícias, futebol, humor, tecnologia e outros. Tem várias coisas e é difícil listar tudo. Gosto de humor e meu blog não poderia seguir outra linha: piadas, tirinhas, flashes – vídeos, entretenimento, coisas interessantes, curiosidades, notícias. É mais ou menos isso.
Um Pixel - Qual é o perfil de seu público?
GN – O meu público é jovem na maioria. Diariamente eu recebo, em média, 150 visitas. E continua crescendo muito rápido. Eu divulgo para todo mundo. Por exemplo, na Campus Party 2009, eu venho e distribuo cartão de visita, bottom e chaveiro (com o logotipo do “tosquinho”). Participo de vários encontros de blogueiros: Intercon, BlogCamp…Meu irmão me dá uma forcinha em vários aspectos, inclusive com adsense e toda a infra-estrutura de hospedagem.
Um Pixel - Aonde você buscou suas referências para se inspirar?
GN – Foram muitas. Entre elas eu destaco: Interney, bobagento, Ah! tri ne! e brogui.com.
Um Pixel - Você disse que faltava alguma coisa na sua vida. Qual é o prazer em blogar?
GN – Me expressar pelo blog, ter meus leitores e participar da blogosfera.
Um Pixel - Como você se vê daqui a seis anos?
GN – Não sei ainda que profissão eu vou seguir, mas eu sei que quero continuar com o meu blog. Quem sabe um dia virar problogger, aquela pessoa que trabalha com blog e segue sua profissão normal paralelamente.
Um Pixel - Qual o conselho que você dá para as empresas que não acreditam nos blogs e nas demais mídias sociais?
GN – Os blogs vão crescer e ganharão tanta importância que serão maiores que as mídias de massa tradicionais. Mas quando eles (empresários) perceberem, este mercado estará muito grande.
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